Coronel Xavier é homenageado com titulo de cidadão Itaberabense

A Câmara Municipal de Vereadores de Itaberaba, homenageou nesta ultima terça-feira (26/03), o Coronel, Manoel Xavier de Souza Filho, “Coronel Xavier”, como é conhecido por todos. Ele atuou no município na década de noventa comando o 11º Batalhão da PM/BA de Itaberaba. A homenagem é um reconhecimento pelo trabalho realizado na cidade. A indicação do … Leia Mais




Mulher que tentou salvar caminhoneiro em acidente com Boechat ganha acompanhamento para tratar doença


Mulher que tentou salvar caminhoneiro em acidente com Boechat ganha acompanhamento para tratar doença

Foto: reprodução/Record TV

A camelô e vendedora de veículos, Leiliane Rafael da Silva, de 28 anos, que ficou famosa no país ao tentar salvar o motorista do caminhão envolvido na morte do jornalista Ricardo Boechat, ganhou uma surpresa na última semana. Portadora de malformação arteriovenosa (MAV), ela emocionou o Brasil, pois depende do Sistema Único de Saúde (SUS) para ter o tratamento. Diante disso, ela receberá ajuda. De acordo com a revista IstoÉ, ela está sendo avaliada pelo doutor Feres Chaddad Neto, especialista em MAV e professor de neurocirurgia da Unifesp. Além disso, segundo o programa Balanço Geral, ela receberá cuidados da ONG Amáveis, que ajuda pessoas no tratamento da doença. Leiliane descobriu a MAV há quatro meses, mas mesmo assim vive normalmente como se cada dia fosse seu último. “Se eu sentir dor ou convulsão, eu deito. Quando passa, eu levanto e começo a preparar a comida, ou a limpar a casa”, disse à IstoÉ. Ela ficou famosa na última semana por um vídeo que viralizou na internet, no acidente que vitimou o jornalista Ricardo Boechat. Enquanto várias pessoas filmavam as consequências o incidente, ela fazia esforço para tirar das ferragens o motorista do caminhão atingido pelo helicóptero em que estava o ex-âncora de Band e Band BandNews FM. (Varela)


Porteira vence dificuldades e passa junto com o filho no vestibular da UFPA


Porteira vence dificuldades e passa junto com o filho no vestibular da UFPA

Jacierene e o filho Jaílson, aprovados no vestibular da UFPA – Crédito: Reprodução / Redes sociais  

Pode até parecer clichê, mas o chavão de que “nunca é tarde para voltar a estudar” nunca fez tanto sentido. Histórias de quem, décadas depois de sair do ensino médio, decidiu se dar mais uma chance, decidindo lutar para entrar em uma universidade, são cada vez mais comuns. Foi assim com a paraense Jacierene Figueiredo, de 53 anos, aprovada no vestibular da Universidade Federal do Pará, no Processo Seletivo 2019. Dona Jacy, como é conhecida por familiares e amigos, fez o Enem 2018 junto com o filho, Jailson. Resultado: ele foi aprovado em geofísica e ela no curso de licenciatura em física. Jacirene trabalha há 20 anos como porteira em uma escola de ensino fundamental do distrito de Icoaraci, em Belém. Certamente, muitos alunos que passaram pelos portões da insituição onde ela dedica “tempo e carinho”, como declarou ao portal Roma News, já entraram na faculdade e se tornaram grandes profissionais. Ironicamente, o destino quis que ela atravessasse os portões de uma universidade em 2019. “Eu leio muito jornal, livros e decidi fazer o Enem em 2017 depois de muitos anos sem nem pensar em entrar em uma faculdade. Meu filho estava saindo do ensino médio e eu pegava as apostilas dele pra ler na escola onde trabalho. Nessa primeira tentativa, escolhi pedagogia e minha pontuação não foi muito boa. Foi aí que eu e meu filho decidimos nos matricular em um cursinho no início do ano passado. Estudamos juntos e fomos aprovados juntos”, disse Jacy em tom de euforia. Sobre o porquê de ter escolhido física, Jacirene foi enfática: “gosto muito de matemática e deu muito certo. Eu não tinha uma faculdade ainda e sempre gostei de números. Meu filho me estimulou, me matriculou e resolveu tudo por mim. No dia do listão, eu não esperava. Estava fazendo o corte do churrasco pra ele, que já tinha tido o nome divulgado entre os aprovados e e nem quis ouvir meu nome. Foi aí que minha sobrinha trouxe a notícia e eu fiquei feliz da vida, sem acreditar no que estava acontecendo”, revelou. Com relação a uma eventual mudança na rotina, Jacirene garante que dará conta do recado – vale salientar que, além do calouro Jaílson, os outros dois filhos dela são universitários: uma cursa publicidade e propaganda e o outro faz licenciatura em química. “Eu vou cursar minha faculdade à noite. Vou continuar trabalhando com minhas crianças em Icoaraci. Eu e meu filho choramos juntos, abraçados. Eu continuo lendo muito. Li uma reportagem de uma senhora que passou em medicina mesmo idosa e entendi que nunca é tarde para aprender. Foi uma surpresa pro pessoal da escola onde eu trabalho e quero surpreender eles ainda mais”, disse, sem conter a emoção. Na casa de Jacirene, a fome por conhecimento nunca esteve tão na moda quanto neste início de ano. “Somos quatro universitários agora. Na terça-feira (05) eu faço minha matrícula. Fui dispensada do trabalho pra me matricular e começar a escrever um novo capítulo da minha história. Estou emocionada até hoje e dedico minha vitória aos meus familiares e amigos”, finalizou a futura professora de física. (Roma News)




Feira de Santana: Sargento ajuda família a retornar para casa


Foto: Divulgação

Um policial militar do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi surpreendido com uma situação inusitada nesta quarta-feira (07/11), durante o serviço no posto da PM na BA-052 (conhecida como Estrada do Feijão), que fica localizado a 16 quilômetros de Feira de Santana.

Ao avistar uma mãe, acompanhada dos três filhos e da irmã, o sargento João Carlos achou que fosse uma moradora da região à procura de informações, mas a mulher disse que eles já tinham andado os 16km e precisavam de uma carona para voltar para casa, que fica no município de Mundo Novo, a 189 quilômetros da cidade de Feira, porém estavam sem dinheiro para pagar o transporte.

O policial ofereceu lanche para a família e as crianças ganharam presentes, material guardado de ações sociais que o militar costuma realizar na região, até conseguir uma forma de ajudá-los a voltar para casa.

Ao abordar um motorista de uma Hilux, de cor branca, o sargento contou a história da família e ele se sensibilizou com a situação. Como estava a caminho de Irecê, o homem ofereceu uma carona até a cidade de Mundo Novo.

Há 26 anos exercendo o ofício de policial militar, João Carlos se emociona: “Existem muitas pessoas boas no mundo e isso me orgulha muito. Esse é o trabalho da gente, e graças a Deus teve um final feliz”.

ASCOM