Ao tornar Irmã Dulce santa, papa reforça ideal para novo catolicismo

Não reconhecer a baiana Irmã Dulce (1914-1992) como a primeira santa nascida no Brasil, o papa Francisco reforça um dos elementos mais presentes nas canonizações de seu pontificado: o papel de religiosos que se dedicavam a cuidar dos marginalizados, em especial nas regiões periféricas do mundo católico. É o caso da recém-declarada santa, que pertencia … Leia Mais


Ex-presidente do Peru, Alan García comete suicídio para evitar ser preso

AFP/Arquivos Alan García, ex-presidente do Peru, morreu depois de ter atirado contra a própria cabeça diante de uma ordem de prisão preventiva emitida pela Justiça. Ele foi levado ao Hospital Casimiro Ulloa, mas não resistiu aos ferimentos após uma cirurgia. “Nesta manhã ocorreu este lamentável acidente: o presidente tomou a decisão de atirar em si … Leia Mais


Mudança da chancelaria do Brasil para Jerusalém é técnica, diz embaixador de Israel

Yossi Shelley, embaixador de Israel, explica as implicações da transferência da embaixada do Brasil para Jerusalém. (Foto: Marcello Casal Jr./ABr) O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, afirmnou que a transferência de representações diplomáticas estrangeiras de Tel Aviv para Jerusalém deve ser observada sob ponto de vista técnico. Após a decisão dos Estados Unidos de … Leia Mais


Bolsonaro embarca para Israel neste sábado

                                                       Foto: POOL New/Reuters O presidente Jair Bolsonaro viaja para Israel na tarde deste sábado (30), onde vai se reunir com o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu. A visita … Leia Mais



Vídeo: Suposta ‘bola de fogo’ chama a atenção de moradores em Florianópolis


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Imagem: Reprodução / Youtube

Um clarão no céu foi observado na praia do Campeche, em Florianópolis (SC), e publicado no YouTube no domingo (24). O curioso fato levantou dúvidas das pessoas se era um objeto caindo do céu ou um OVNI (Objeto Voador Não Identificado). As informações são do UOL.

O Corpo de Bombeiros e a Capitania dos Portos realizaram buscas no local após os relatos dos moradores, mas nada encontraram. As equipes descartaram ser uma aeronave ou uma embarcação acidentada, pois nada foi encontrado que possa relacionar com os meios de transporte. Um vídeo no YouTube, porém, mostra o raio de luz supostamente entrando em contato com o mar.

César de Assunção Nunes, comandante da 1ª Região do Corpo de Bombeiros, disse em entrevista ao telejornal “SC no Ar” que três possibilidades estão sendo consideradas: um sinalizador de barco de pesca, uma descarga atmosférica de fenômenos meteorológicos em formação e entrada na atmosfera de pequenos fragmentos de meteoro. O comandante ainda alertou para uma possível pegadinha, dizendo que isso satura o sistema de chamadas e aumenta em 10% o número de ligações feitas para o Corpo de Bombeiros.




Explosão de meteoro sobre o Pacífico liberou energia equivalente a dez bombas de Hiroshima, diz Nasa


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Foto: Getty Imagens

Foi o segundo maior incidente do tipo nos últimos 30 anos, e o maior desde o ocorrido em Chelyabinsk, na Rússia, há seis anos. Mas a explosão passou praticamente despercebida, porque se deu sobre o Mar de Bering, no extremo norte do oceano Pacífico (relembre aqui). A explosão de dezembro liberou uma quantidade de energia equivalente a dez vezes a explosão da bomba atômica lançada pelos EUA sobre Hiroshima, no Japão, em 1945. Lindley Johnson, chefe do departamento de defesa planetária da Nasa disse à BBC News que a queda de um meteoro tão grande na Terra é algo que ocorre duas ou três vezes a cada cem anos.

O que se sabe até agora?

Em 18 de dezembro, por volta do meio-dia no horário local, um asteróide entrou na atmosfera terrestre a uma velocidade de 32 km/s, em uma trajetória quase vertical, com apenas sete graus de inclinação.

Com vários metros de largura, o meteoro explodiu a 25,6 km da superfície da Terra, liberando uma energia equivalente a 173 kilotons, ou 173 mil toneladas de dinamite.

“Foi 40% da energia liberada em Chelyabinsk, mas este episódio ocorreu sobre o Mar de Bering, então, não teve o mesmo efeito nem foi noticiado pela imprensa”, diz Kelly Fast, gerente do programa do observação de objetos próximos da Terra da Nasa, que falou sobre este incidente recente na 50ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária, nos Estados Unidos.

“Isso é mais uma coisa que temos para nos defender: há muita água em nosso planeta.”

Satélites militares captaram a explosão no ano passado, e a Força Aérea americana notificou a Nasa do ocorrido.

Johnson disse que o meteoro caiu em uma área que não fica muito distante de rotas usadas por voos comerciais entre a América do Norte e a Ásia. Pesquisadores estão checando com empresas áreas se a explosão foi avistada.

Por que isso é importante?

Em 2005, o Congresso americano deu à Nasa a missão de encontrar 90% dos asteróides próximos da Terra com um tamanho de 140 metros ou mais até 2020.

Rochas espaciais grandes assim são chamadas de “problemas sem passaportes”, porque espera-se que afetem regiões inteiras se colidirem com a Terra. Mas cientistas estimam que levarão mais 30 anos para cumprir a meta estabelecida pelo Congresso.

Uma vez que um objeto em curso de colisão é identificado, a Nasa tem conseguido com sucesso calcular onde o impacto ocorrerá no planeta, com base em uma análise de um sua órbita.

Em junho de 2018, o asteroide 2018 LA, de três metros de largura, foi descoberto por um observatório no Arizona, nos Estados Unidos, oito horas antes do impacto.

O Laboratório de Propulsão da Jato (JPL, na sigla em inglês) do Centro de Estudos de Objetos Próximos da Nasa identificou sua órbita e a usou para calcular o local mais provável da colisão. Isso mostrou que a rocha deveria cair no sul da África.

Conforme calculado, o meteoro foi avistado sobre Botsuana por uma câmera de segurança de uma fazenda. Fragmentos foram encontrados depois nesta área.

Como o monitoramento pode ser aperfeiçoado?

O incidente sobre o Mar de Bering mostra que objetos maiores podem colidir com o planeta sem qualquer aviso, o que ressalta a importância de aperfeiçoar o monitoramento destes corpos espaciais.

Uma rede mais robusta necessitaria não apenas de telescópios em terra, mas também de observatórios espaciais.

Um conceito em desenvolvimento prevê o lançamento de um telescópio chamado NeoCam para um certo do ponto no espaço, de onde poderia identificar e analisar asteróides com mais de 140 metros.

Amy Mainzer, cientista-chefe do NeoCam no JPL, diz que, sem o lançamento do telescópio, projeções indicam que “levaremos muitas décadas para atingir a meta de 90% estabelecida pelo Congresso com os equipamentos terrestres existentes hoje”.

“Mas, se você tiver à disposição um telecópio com tecnologia infravermelha, o progresso será bem mais rápido.” (Paul Rincon da BBC News)




Objeto descoberto nos confins do Sistema Solar aponta para existência de nono planeta


Objeto descoberto nos confins do Sistema Solar aponta para existência de nono planeta

Foto : Roberto Candanosa e Scott Sheppard/Instituto Carnegie

Novas evidências descobertas pelos cientistas apontam que o nono planeta do Sistema Solar pode de fato existir. Anunciada ontem (2), a descoberta da órbita do planeta-anão “2015 TG387” ou “Duende” pode ser a chave para encontrar o chamado “Planeta 9” ou “Planeta X”, que ficaria depois de Plutão. O anúncio foi feito após três anos de pesquisa com o auxílio do telescópio Japonês Subaru, localizado no Havaí, nos Estados Unidos. A descoberta da órbita do planeta-anão “2015 TG387” sustenta a hipótese da existência de uma planeta ainda mais distante e maior, apontado como uma “superterra”. (M1)


Professora de colégio de Amargosa apresenta trabalho na Inglaterra


Professora de colégio de Amargosa apresenta trabalho na Inglaterra

A professora de inglês, Roberta Peixoto, do Colégio Estadual Pedro Calmon, em Amargosa, participou da 11th International Conference of English as a Lingua Franca, na King’s College London, na cidade de Londres, Inglaterra. O trabalho intitulado “English as a language of the world: a glimpse at the public school reality in the state of Bahia, Brazil, teve como proposta apresentar parcialmente dados da pesquisa de doutorado que tem como foco verificar se e como professores da escola pública (re)conhecem a concepção de Inglês como Língua Franca (ILF) e se veem a língua adicional que ensinam como meio de empoderamento de seus alunos. A professora Roberta ressalta a importância de professores realizarem pesquisa que relacionem teoria e prática e poderem participar de eventos como esse, em que têm a oportunidade de compartilhar conhecimento e experiência com outros professores e pesquisadores de várias partes do mundo. (Colégio Pedro Calmon Amargosa). (AN


Estudo testa tratamento promete acabar com sintomas de esclerose múltipla


Uma terapia experimental, realizada pela Universidade Northwestern, em Chicago, pode melhorar o quadro clínico de pessoas com esclerose múltipla. A doença neurológica crônica debilita o organismo da pessoa e exige medicamos por toda a vida, por ainda não ter cura. Um dos estudos, liderado pelo cientista Richard Burt, apresenta dados promissores. Com o tratamento, com transplantes de células, apenas três pessoas de um grupo de 52 pacientes demonstraram alguma piora na saúde. Os detalhes da pesquisa ainda não podem ser divulgados. O tratamento visa regenerar os neurônios e fazer com que o sistema imunológico pare de atacar o cérebro da pessoa. Somente em 2015, mais de 2,3 milhões de pessoas eram afetadas pela doença. Só no Brasil, era 35 mil casos.

Os dados são da Atlas da Esclerose Múltipla, divulgado em 2015 pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla. O tratamento desenvolvido por Burt visa acabar com o ataque ao sistema imunológico com a destruição e reconstrução dos agentes causadores da esclerose. A terapia começa com a coleta de células-tronco hematopoiéticas, que são capazes de se diferenciar em todas as células do sangue, incluindo as de defesa do organismo. Logo após, medicamentos quimioterápicos são ministrados para a remoção total do sistema imunológico da pessoa, cessando a inflamação no cérebro. Então, as células-tronco hematopoiéticas coletadas são reinjetadas no paciente, para que elas reconstruam o sistema imunológico. Segundo o cientista, ao parar a inflamação, o novo sistema imunológico pode ser reconstruído, em um ambiente tolerável a inflamação, com isso, as células de defesa param de atacar o cérebro. Os pacientes foram recrutados em hospitais públicos dos Estados Unidos, da Inglaterra, Suécia e em São Paulo. O estudo aguarda revisão para ser publicado em periódicos científicos. A pesquisa indica que, após o procedimento, nenhum paciente apresentou sinais de intoxicação ou morreu. (BN)