Após queda de pedra, arqueólogo diz que todo o Muro das Lamentações é “zona de perigo”


Após queda de pedra, arqueólogo diz que todo o Muro das Lamentações é “zona de perigo”

O Muro das Lamentações é o local mais sagrado para os judeus. Mas um acidente na manhã desta segunda (23) chamou a atenção para as condições da estrutura, que pode correr o risco de desabar parcialmente. Uma das pedras da estrutura milenar, pesando aproximadamente 100 quilos, caiu sozinha do alto da porção sul do Muro, longe da parte principal (saiba mais). Agora, o arqueólogo Zachi Dvira, chefe do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, está alertando que toda a área é uma “zona de perigo”. O Muro das Lamentações é o local mais sagrado para os judeus. Mas um acidente na manhã desta segunda (23) chamou a atenção para as condições da estrutura, que pode correr o risco de desabar parcialmente. Uma das pedras da estrutura milenar, pesando aproximadamente 100 quilos, caiu sozinha do alto da porção sul do Muro, longe da parte principal. Agora, o arqueólogo Zachi Dvira, chefe do Projeto de Peneiramento do Monte do Templo, está alertando que toda a área é uma “zona de perigo”.

 (Yonatan Sindel/Flash90)

Questão de tempo: Para muitos judeus é especialmente significativo que isso tenha acontecido um dia depois que o local ficou cheia de fiéis, que lembravam o Tisha B’Av, data que marca a destruição dos dois templos judaicos em Jerusalém. Para o arqueólogo é “uma questão de tempo” antes que outro acidente. Outras pedras “podem cair a qualquer momento na cabeça das pessoas”, disse Dvira, que está concluindo seu PhD em arqueologia do Monte do Templo. De fato, já existem várias lacunas visíveis no Muro das Lamentações, onde grandes pedras despencaram no passado. O caso mais notável em 2004, quando grandes pedaços de pedra do caíram na chamada “praça de oração”, que geralmente reúne centenas de pessoas. Na época, o Waqf jordaniano permitiu um reparo, mas as relações hoje estão muito tensas. Em 2009 foi realizada a última grande reforma externa, quando a Autoridade de Antiguidades, pôde trabalhar nas 16 fileiras superiores de pedra, datadas do período otomano. Ao contrário das fileiras mais baixas, datadas do tempo de Herodes, estas pedras são envoltas com um tipo de argamassa e não simplesmente encaixadas. Com informações de Times of Israel / Via Gospel Prime – Jarbas Aragão







ENCONTRÃO DIOCESANO DA PASTORAL DA JUVENTUDE


Será realizado no próximo dia 29/07 o Encontrão Diocesano da Pastoral da Juventude da Diocese de Amargosa, momento de louvar a Deus e fazer memória da caminhada da Pastoral da Juventude neste território particular, a nossa amada Diocese de Amargosa. O encontro terá como tema “Celebrar a memória é construir a história da PJ na Diocese de Amargosa”, sob o lema “O que a memória amou ficou eterno” (Adélia Prado), rezando a iluminação
bíblica “Ele dança e grita de alegria por tua causa” (Sofonias 3, 17) e ocorrerá na Paróquia São Benedito, a partir das 7h30.
Queremos reunir neste encontro os e as jovens, assessores e assessoras, seminaristas, religiosos, religiosas, o clero, os bispos e todos os leigos que fizeram ou fazem parte desta história, para celebrar, fazer memória, tendo como finalidade fortalecer o processo de evangelização juvenil protagonizado pelos grupos de jovens organizados em toda Diocese de Amargosa, fortalecendo a identidade e caminhada da Pastoral da Juventude em nossa Diocese.
Peçamos à Mãe do Bom Conselho, para ajudar-nos a sermos mais conscientes da sua presença
que nos direciona para o Cristo de Nazaré, certos que nossos grupos de base/jovens nascem e crescem
pela interseção da Mãe e que somente se atualizarão e se tornarão fecundos na medida em que Ela, a
Mãe da Igreja e Jesus, Cristo Libertador, voltar a ocupar o lugar que lhes corresponde no nosso coração
de filhos desejosos de sermos sinais e portadores do Amor de Deus aos que mais precisam.
Com o coração cheio de esperanças cremos que nossa luta não termina e um novo tempo está sempre acontecendo, aguardamos sua estimada presença neste encontro para bem celebrarmos e continuarmos juntos e juntas à construção da Civilização do Amor.
TEXTO: ERIC GALDINO