Terrorista ouve a voz de Cristo durante ataque: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”


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Para algumas pessoas, a conversão a Cristo se dá nas piores circunstâncias. É o famoso “vem pela dor”, como alguns dizem popularmente. Isso aconteceu com um terrorista islâmico identificado pelo pseudônimo apenas como Shuhaib, por razões de segurança.

Shuhaib nasceu em um contexto propício para o radicalismo islâmico e consequente perseguição religiosa aos cristãos. Sua família estava entre os líderes talibãs que viviam no Afeganistão.

Assim, com apenas 17 anos e já doutrinado segundo os preceitos da jihad, ou “guerra santa” conforme a interpretação de alguns muçulmanos, o rapaz já fazia parte do grupo Estado Islâmico.

O ódio de Shuhaib contra os cristãos aumentou porque ele viu alguns dos seus irmãos serem mortos durante um ataque dos Estados Unidos ao Afeganistão, em 2001, quando a América iniciou uma verdadeira escalada de combate ao terrorismo após o atentado sofrido em 11 de setembro daquele ano.

Shuhaib, no entanto, escapou da morte junto com seu pai e sua irmã, Sameera, justamente com a ajuda dos soldados americanos.

Após o falecimento do seu pai em um acidente de carro, a irmã de Shuhaib se converteu a Cristo quando foi curada de uma enfermidade, e desde então iniciou uma campanha de oração pela vida do irmão.

O jovem terrorista em potencial se voltou para Cristo somente após a sua base ser atacada por soldados americanos. Fugindo correndo, ele sentiu alguém segurar a sua mão e dizer em seus ouvidos:  “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

Ferido e socorrido pelos familiares em uma aldeia próxima, ele se deparou com um pastor evangélico que cuidava dos seus parentes. O líder religioso foi chamado para fazer uma oração por Shuhaib.

O jovem islâmico, no entanto, ao saber que seus parentes eram cristãos, tentou se levantar e ir embora, mas foi interrompido pela fala do pastor.

“Jesus salvou sua vida de uma grande tragédia. Ele não é um inimigo, mas amigo de todos. Você pode ir se quiser mas, por favor, nos deixe orar por você antes. Acreditamos que Deus te trouxe aqui por essa razão”, disse o ministro.

Ao pegar no sono novamente, por conta dos ferimentos, o jovem teve um sonho e outro encontro com Deus. “Eu sou a luz da vida, o príncipe da paz e o eterno Salvador. Eu sou o primeiro e o último. Me siga e glorifique o Pai Celestial”, ouviu ele em sonho, segundo a Bibles 4MidEast.

Shuhaib acordou e viu que Jesus Cristo é mais do que um profeta. Ele entendeu que se é a própria encarnação de Deus, o Messias prometido e Salvador do mundo. Com isso, confessou seus pecados e entregou sua vida ao Evangelho, com o apoio da sua família e do pastor. Leia mais.

Informações: Gospel + / Will R. Filho




OAB, CNBB e mais 159 entidades assinam manifesto em defesa do Supremo


                                         STF: Rodrigo Maia participou de sessão na Corte com Dias Toffoli e Raquel Dodge (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Divulgação)

Uma série de entidades, de OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil a sindicatos de trabalhadores e instituições patronais, entregou na tarde desta quarta (3), durante sessão solene no plenário do Supremo Tribunal Federal, um manifesto para “repudiar os ataques contra o guardião da Constituição.

“O Supremo Tribunal Federal é a instância máxima da Justiça brasileira, garantidor maior dos direitos dos cidadãos, as liberdades de imprensa, de religião e de expressão, sem as quais não se constrói uma Nação. A Suprema Corte é insubstituível para o país e é dever de todos a sua defesa, pois, sem ela, nenhum cidadão está protegido, diz o texto.

O desagravo ao Supremo foi antecipado pelo Painel no último sábado (30). A sessão solene desta tarde, convocada de manhã pelo presidente da corte, ministro Dias Toffoli, substituiu a sessão de julgamentos prevista inicialmente. Entre as autoridades presentes estava o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“A discordância, a crítica civilizada e o diálogo são inerentes à democracia, tal qual o respeito e, em última instância, a solidariedade. Por isso, são inadmissíveis os discursos que pregam o ódio, a violência e a desarmonia na sociedade e contra o Supremo Tribunal Federal, afirma o manifesto lido no plenário.

Entre os signatários estão Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB, dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, Robson Rodovalho, presidente da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, Vagner Freitas, presidente da CUT, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, Vander Costa, presidente da Confederação Nacional do Transporte, Murilo Portugal, presidente da Febraban (federação dos bancos) e Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores.

O Supremo tem sido alvo de ataques nas redes sociais e de pedidos de impeachment de alguns de seus membros por motivos variados. No Congresso, senadores tentaram articular a instalação de uma CPI para investigar os tribunais superiores —iniciativa que foi batizada de CPI da Lava Toga.

No mês passado, Toffoli abriu um inquérito para apurar ofensas e ameaças contra os magistrados nas redes sociais, além de disseminação de fake news. A investigação já teve mandados de busca e apreensão cumpridos em São Paulo e Alagoas.

O manifesto das entidades diz ainda que, diante da crise e do desemprego, “o povo clama pela retomada do desenvolvimento econômico com mais emprego, justiça social e segurança.

“Com este manifesto, exaltamos a sociedade brasileira a defender o Supremo Tribunal Federal como instituição permanente, estável e indispensável para a construção de um país cada vez mais justo, solidário e responsável no presente dos brasileiros e brasileiras e as gerações futuras, conclui o texto.

Na sessão solene para a entrega do manifesto, Toffoli agradeceu às entidades o que subscreveram.

“A mesma sociedade civil que lutou na campanha das Diretas Já e que atuou ativamente na Constituinte de 1987 e 1988, fazendo seus anseios ecoarem na Carta Cidadã, é a que hoje entrega esse manifesto em defesa do Supremo: uma sociedade civil comprometida com o fortalecimento da democracia, com a defesa dos direitos e com o progresso social, disse Toffoli.

Folhapress




“Se dependesse de Olavo de Carvalho nem para vereador Bolsonaro conseguiria vencer”, provoca Malafaia


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Foto: Reprodução – Globo

Nos últimos dias, o filósofo Olavo de Carvalho e o pastor Silas Malafaia vem trocando acusações nas redes sociais, em uma aparente disputa para mostrar quem é mais influente no cenário político atual. O embate teve início quando o líder evangélico criticou, dia 18, a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro atribuindo a Olavo a vitória do pai na eleição. Silas lembrou que voto dos evangélicos foi o verdadeira responsável pela eleição do presidente. “Deixe de bajular guru”, pediu Malafaia ao deputado.

Olavo rebateu na sexta-feira, 22, assegurando que as igrejas evangélicas chegaram atrasadas na luta contra o petismo e ainda lembrou que algumas delas “Pelo menos até 2009 ainda se davam muito bem com o partido governante”.

Fiel ao seu estilo, Malafaia fez uma série de postagens neste sábado, provocando Olavo, a quem chama de “astrólogo”. Foram 15 tuítes, onde reclamou que “Olavo estava em um rancho nos EUA, eu e Bolsonaro tomando pancada do ativismo gay. Ficar dando peruada escondido nos EUA, é mole”. Também assegurou que “a influência de Olavo na eleição de Bolsonaro é quase zero” e que, se dependesse do escritor “nem para vereador Bolsonaro conseguiria vencer”.

“Historicamente os evangélicos sempre foram de direita. Isso é tão antigo, antes de Olavo de Carvalho existir”, tuitou. Para embasar seu argumento de que os evangélicos foram decisivos, o líder do ministério Vitória em Cristo usou números do Datafolha e Ibope, que deram conta como o presidente “teve dos evangélicos mais de 11 milhões de votos em relação ao que Haddad”, o que selou sua eleição. (Informações: Gospel Prime)




Jesus aparece para crianças e liberta cristãos presos pelo Boko Haram, na África


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Foto: Will R. Filho

Um testemunho emocionante marca como tem sido a experiência de fé de cristãos perseguidos por amor a Jesus Cristo, vítimas de grupos extremistas como o Boko Haram, na África, que tem torturado e também assassinado ex-muçulmanos por entregarem suas vidas ao Evangelho. Segundo informações da organização Barnabas Fund, um novo ataque do Boko Haram sequestrou 76 cristãos, incluindo mulheres e crianças, que permaneceram em um campo de concentração da organização extremista.

Quatro dos 76 cristãos, líderes entre eles, foram forçados a deixar a fé em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, para retornar ao islã, mas todos negaram e foram assassinados a tiros na frente dos familiares. Às ameaças se voltaram então contra as mulheres do grupo, que tiveram seus filhos ameaçados de morte, caso não se voltarem para o islã. Tudo mudou, entretanto, em uma noite, quando os filhos delas disseram ter visto Jesus, dizendo para eles que “tudo ficaria bem”.

A Barnabas Fund informou que todos os 72 cristãos também tiveram a mesma visão de Cristo, que teria dito a eles apenas para confiar, não negarem a fé e continuar a creditando que “Ele é o caminho, a verdade e a vida”.

Após se recusarem a negar a fé em Cristo, os extremistas islâmicos do Boko Haram pegaram as crianças e as colocaram em um paredão, para assassiná-las, mas quando apontaram suas armas eles entraram em desespero, gritando “cobras! cobras!”.

Alguns caíram mortos no chão, enquanto outros fugiram do local. Um dos cristãos do grupo, na hora que ia pegar uma das armas deixadas para trás para atirar contra os fugitivos, foi segurado no braço por uma das crianças, que lhe disse:

“Você não precisa fazer nada. Você não consegue ver os homens de branco lutando por nós?”.

Assim, os 72 cristãos saíram ilesos do cativeiro e atualmente continuam vivendo na Nigéria, porém, em regiões mais seguras para todos. (Com informações: Guiame / via Gospel + por Will R. Filho).




Número de pessoas que se declaram “sem religião” ultrapassa evangélicos nos EUA


                                                          Foto: Deposit

Uma pesquisa recentemente divulgada pela General Social Survey (GSS) demonstrou que o número de pessoas que se declaram “sem religião” cresceu nos últimos anos nos Estados Unidos, ultrapassando o quantitativo de evangélicos. A GSS, que realizou a pesquisa no ano passado (2018), é administrada pelo Centro Nacional de Pesquisa de Opinião (National Opinion Research Center – NORC) da Universidade de Chicago, e só divulgou os dados esse ano, após a interpretação dos resultados.

O pesquisador de ciências políticas da Eastern Illinois University, Ryan Burge, conferiu os dados, revelando que pelo menos 23,1% dos entrevistados declararam não pertencer a nenhuma religião, enquanto os evangélicos somaram 22,8%.

“Esse grupo de pessoas não está desacelerando”, disse Ryan, referindo-se aos sem religião, destacando que o cenário aponta um crescimento capaz de superar o número total de pessoas religiosas no país, incluindo evangélicos e católicos.

“A parcela dessa população continua subindo cerca de 1% a cada dois anos e tem feito isso nos últimos 15 anos. Se as tendências atuais continuarem, elas serão estatisticamente o maior grupo nos Estados Unidos nos próximos cinco anos”, dise Ryan, segundo informações do Christian Post.

Os católicos representam 23% da população, ficando ao lado dos evangélicos em maioria. Ainda assim, o segmento da igreja romana apresentou queda de 3% em comparação com os anos anteriores.

Além dos dados informados pela General Social Survey, pesquisas da ABC News e do The Washington Post, realizadas no ano passado, também revelaram que entre os anos de 2003 e 2017, o número de pessoas declaradas “sem religião” cresceu de 12% para 21%.

Assim, esses números revelam que apesar do atual crescimento da “onda conservadora” na América do Norte, ainda é preocupante o número de pessoas que se distanciaram ou não foram alcançadas pelo Evangelho na única hiperpotência do planeta. (por WILL R. FILHO / Gospel Mais)