São Felipe BA: Associação Desenvolvimento Comunitário do Terrão tem nova diretoria

Foi realizada na ultima segunda-feira (27/08), a eleição da nova mesa diretora da Associação Comunitária do Terrão. Os associados elegeram a chapa que tem José de Jesus Xavier, presidente, Geraldo Pires dos Santos, vice-presidente, Elizangela Gonçalves de Souza, 1ª Secretária, Domingas Franças Silva, 2ª Secretária, Marcelo Alves dos Santos, Tesoureiro, Filipe dos Santos Ferreira, Suplente. … Leia Mais




Uma em cinco pontes ou viadutos precisa de reforma no país


Uma em cinco pontes ou viadutos precisa de reforma no país

O desabamento de uma ponte a cargo de uma concessionária em Gênova, na Itália, deixou 43 mortos no último dia 14 e colocou em xeque a infraestrutura do sistema viário naquele país, com críticas à falta de manutenção. No Brasil, questionamentos sobre as condições de pontes e viadutos vieram à tona após acidentes emblemáticos. Por exemplo, quando um viaduto em construção desabou no trecho sul do Rodoanel, em São Paulo (2009), quando outros que eram erguidos para a Copa do Mundo caíram em Belo Horizonte (2014) e em Fortaleza (2016), e quando parte do Eixão veio abaixo em Brasília (2018). Após casos como esses, a situação dessas estruturas desperta preocupação. Hoje, uma em cada cinco pontes ou viadutos sob jurisdição federal requer intervenções. Na cidade de São Paulo, vistoria da própria prefeitura em 185 pontos constatou a necessidade de manutenção em 33 -as licitações para essas obras, porém, estão suspensas.

Qual é a estrutura da malha viária brasileira?

Segundo dados da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), existem no país 1.735.621 km de malha rodoviária, sendo 3% disso (54.972 km) de pontes ou viadutos. Não há um levantamento oficial que consolide as informações de malhas viárias de todos os municípios.Que tipo de problema é comum nessas estruturas?

A Pesquisa CNT de Rodovias 2017 apontou que 64% das pontes e viadutos em rodovias não têm ou acostamento ou defensa (guard-rail) completos, situação que agrava os riscos aos usuários. Em 10% dos casos, não há as duas coisas (nem acostamento nem defensa). Os dados contabilizam apenas estradas e dizem respeito a esses recursos de segurança na superfície da ponte, sem levar em conta outros problemas estruturais.

Há alguma norma que estabeleça regras para inspeção, como periodicidade?

Sim, a norma técnica 99452/2016 especifica diretrizes a se cumprir para estruturas de concreto como pontes, viadutos e passarelas. Segundo Ciro Araújo, engenheiro do IPT, existem as inspeções rotineiras, feitas pelos órgãos públicos responsáveis, que avaliam a conservação e incluem uma nota de classificação. Estas, diz, ocorrem “no máximo” uma vez por ano. Ele afirma que “se a nota estiver boa pode até prolongar o prazo para a realização da inspeção especial”, que ocorre a cada cinco anos e é mais detalhada. Há ainda inspeções extraordinárias, como a que ocorreu em 2016 no viaduto Santo Amaro, que pegou fogo após acidente.

Que diagnóstico é feito pelo governo federal?

O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), vinculado ao Ministério dos Transportes, hoje sob gestão Michel Temer (MDB), tem um programa para cuidar das cerca de 8.000 pontes e viadutos sob sua jurisdição. O próprio órgão detectou que 1.712 das estruturas (21%) necessitam de ajustes. Destas, 920 foram consideradas prioritárias.

O que será feito a partir daí?

A meta é ter em 2018 um plano de trabalho para a manutenção de 372 (desde limpeza e pintura até a recuperação de elementos estruturais) e para a reabilitação de 27 (adequação a novas necessidades, como aumento da capacidade de carga ou ampliação de dimensões).

E a situação específica na cidade de São Paulo?

Na capital paulista, a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, hoje sob gestão Bruno Covas (PSDB), diz realizar vistorias periódicas em 185 pontes e viadutos. Um estudo da pasta em 2017 levantou a necessidade de manutenção para 33 (18%), mas as licitações para as obras foram suspensas após cobranças de ajustes nos processos feitas pelo TCM (Tribunal de Contas do Município).

Quem cuida de pontes e viadutos no país?

A atribuição de fiscalizar e manter a integridade dessas estruturas é da administração responsável pela malha viária específica. É da Prefeitura de São Paulo, portanto, a responsabilidade por inspecionar e reparar pontes dentro da cidade. O governo de cada unidade federativa deve zelar pelas obras em rodovias estaduais, enquanto a União cuida das que pertencem a estradas federais. Segundo o engenheiro Wilson Lang, do Confea, há negligência. “A informação [sobre a necessidade de reparos] de Brasília estava lá desde 2010, esperando decisão”, diz.

E em caso de rodovias sob concessão?

A fiscalização é de responsabilidade pública, e a manutenção, da concessionária. No caso da rodovia dos Imigrantes, por exemplo, que liga São Paulo à Baixada Santista, quem deve verificar os riscos de seus viadutos e pontes é a equipe do DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem). A partir dessa aferição, a concessionária é quem fica responsável por fazer eventuais obras.

O engenheiro Lang cita o caso italiano como exemplo de descaso em gestões sob concessão. “Tinha a concessionária, que é quem tinha que fazer [a manutenção]. Mas quem fiscaliza não estava olhando. O Estado tem que pensar que quem arca com a responsabilidade social do desastre é ele.”

Como deve ser feita a inspeção?

O engenheiro Lang afirma que o diagnóstico cumpre protocolos, como se fosse uma sequência de um diagnóstico médico. “Primeiro é feita a fiscalização periódica do estado aparente”, mais superficial, portanto. Com base no relatório dessa visita, pode haver a demanda de uma ação específica.”Um especialista em ‘patologia das estruturas’ faz a perícia e indica o que o órgão executivo deve fazer. Mas ele não é capaz de prever em quanto tempo pode haver um problema sério, só determina se há urgência.” Então, cabe ao Executivo fazer a obra, a interdição ou reforço necessário.

Que desgaste essas estruturas podem sofrer?

Diferentemente de edifícios, pela natureza da construção, pontes e viadutos se movimentam. O movimento pode ser vertical ou horizontal. O vertical ocorre pela entrada de uma quantidade expressiva de peso na estrutura, como um caminhão carregando 40 toneladas. O horizontal se dá pelo tráfego desse peso pela estrutura, gerando um movimento de “vai e vem”. Esse é um dos motivos pelo qual uma ponte ou viaduto com certa extensão seja feita de módulos, não inteiriça. Caso a estrutura fosse uma peça única, o movimento rapidamente criaria fissuras e a colocaria sob risco.

Quais são os fatores e sinais de desgaste?

Fissuras são um sinal claro de problemas. Infiltrações são outro. “A água é inimiga mortal das estruturas, porque é aí que começa a corrosão”, diz Lang. O desnível entre dois trechos da ponte é um deles. “As juntas de dilatação funcionam também como um alerta. Se há um desnível, normalmente aquela parte pode precisar de um içamento”, diz.

Pontes em regiões litorâneas necessitam de cuidados diferentes?

Sim, uma vez que a salinidade do ar é outro fator de desgaste. “Há uma deterioração muito grande na ponte Pedro Ivo Campos [em Florianópolis, uma das estruturas que liga a ilha ao continente] por estar em região marítima. Não só pelo movimento da maré, mas especialmente pela salinidade do ar, que causa corrosão ao aço”, afirma Lang. Fontes:  Confea, DNIT, CNT e Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras de São Paulo. Com informações da Folhapress.


São Felipe BA: Escola Municipal Brinquedoteca Minha Mestra, mantem projeto aniversariante do mês


A Escola Municipal Brinquedoteca Minha Mestra, comemora mais uma edição do projeto aniversariante do mês.  “O Projeto Aniversariantes do Mês aqui na Brinquedoteca Minha Mestra, surgiu com o intuito de promover a interação social entre os alunos e principalmente, oferecer a oportunidade de comemorar uma data especial, visto que várias crianças terão a primeira festa de aniversário realizada através desta instituição. Em decorrência da permanência da criança em período integral na escola  a equipe escolar decidiu realizar esse projeto para propiciar as crianças uma festa com decoração, lembrancinhas, bolo, docinhos e ainda a presença de seus familiares, oportunizando a estes momentos de alegria e descontração”, Destacou a diretora Silvaneide Amorim.

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Grupo de Tiro Esportivo de São Felipe é premiado em Torneio de Tiro esportivo em Ruy Barbosa


Aconteceu na cidade de Rui Barbosa – Ba o 3º Torneio de Carabina de Pressão, uma modalidade do  tiro esportivo que utiliza carabinas de pressão para prática esportiva (conhecidas popularmente por espingarda de chumbinho ou espingarda de ar comprimido). São Felipe foi representada pela equipe denominada GTEC  (Grupo de Tiro Esportivo da Copioba) de São Felipe, uma homenagem ao ícone sanfelipense que é a Serra da Copioba. A equipe levou primeiro lugar na  categoria Amador e 1º, 2º e 7º na categoria Semi-profissional.

Segundo Fernando Moreira,  chamado no meio esportivo como “Moreira” o tiro com carabinas de pressão vem crescendo na região, é um esporte familiar, divertido e democrático,  pois  qualquer pessoa pode participar, independente do sexo, idade ou limitação física, basta apenas adquirir o material adequado, que para iniciar é relativamente barato e seguir rigorosamente todas as regras de segurança e honestidade que o esporte exige.

O GTEC de São Felipe  já está fazendo seu nome no esporte, sempre indo nos eventos e voltando com alguns prêmios. “Já participamos de 4 torneios enquanto equipe, e em todos eles alguns de nossos competidores foram premiados, inclusive um deles foi aqui em São Felipe, e estamos  planejando a possibilidade de fazer o próximo.”, enfatiza Moreira.

Apesar da dificuldade de ser um esporte (olímpico)  que não é muito conhecido, as vezes não é bem visto, e por conta disso não ter nenhum tipo de incentivo público ou privado, nossos competidores seguem confiantes, sempre buscando melhor rendimento e levando o nome de nossa cidade para outro cenário!

São Felipe se orgulha e agradece a mais estes esportistas que carregam o nome de nossa querida terrinha no peito.


São Felipe BA: Escola Raimundo Ferreira faz homenagem ao dia do Soldado


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A Escola Municipal Raimundo dos Santos Ferreira, realizou na ultima sexta-feira (24/08) uma atividade em homenagem ao dia do Soldado.  De acordo com informações da diretora Cirlene Vilas Boas, foi um momento de muita dinâmica. “ A figura do Soldado ainda consegue chamar bastante atenção dos nossos estudantes, agente ver o interesse deles em querer se apresentar como soldado. Trabalhamos em salas, com a musica, confeccionamos chapéus. E mostramos para eles a importância dos soldados na sociedade”, explanou a diretora Cirlene.


Moradora de Irecê engravida naturalmente de quadrigêmeos


Moradora de Irecê engravida naturalmente de quadrigêmeos

Foto: Reprodução / TV Bahia

A moradora de Irecê, na Chapada Diamantina Polyanna Dourado, de 36 anos, descobriu que está esperando quadrigêmeos. Ela já é mãe de uma menina de dois anos, está no terceiro mês da gestação rara. No mês de junho após uma ultrassonografia, ela foi informada que esperava três bebês. Entretanto, após 15 dias, ao repetir o exame, a mulher descobriu que tratava-se de uma gravidez de quadrigêmeos. “Tomei um susto, fiquei muito nervosa, chorei. Foi muito complicado, mas realmente é uma benção”, disse. “Agora, vem aí mais quatro netinhos. Com mais um, cinco. A família cresceu rápido”, completou. A previsão é de que Polyanna dê à luz aos bebês em janeiro. Até lá, ela, que está desempregada, e o marido, que trabalha como pequeno agricultor, esperam que tudo dê certo. “Estou sem trabalhar, então isso preocupa. Eu vou precisar, sim, do apoio das pessoas”, disse.