Amélia Rodrigues: Chuva faz motorista se abrigar em cima de carro

Foto: Leitor BN WhatsApp As chuvas devem continuar nesta segunda-feira (25) em Amélia Rodrigues, no Portal do Sertão. Segundo o Climatempo, a probabilidade de chuva chega a 90% nesta segunda, e as precipitações devem seguir até a sexta-feira (29). Na tarde deste domingo (24), o volume de água deixou um carro, que estava próximo à … Leia Mais





Petista denuncia juíza ao CNJ por homologar fundo de R$ 2,5 bi


O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) protocolou nesta quinta-feira (21) representação contra a juíza federal substituta da 13ª Vara de Curitiba (PR), Gabriela Hardt, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A magistrada é acusada de ter agido em conluio com a força-tarefa da Lava-Jato ao homologar e tornar sigiloso o acordo do MPF com a Petrobras, que previa a criação de um um fundo de R$ 2,5 bilhões com recursos da estatal, a ser administrado por fundação de direto privado que seria gerida por membros do MPF de Curitiba.

O parlamentar destaca que o juízo da 13ª Vara Federal não tinha competência para homologar o acordo, mas a juíza proferiu a decisão mesmo assim, de forma rápida e sem publicidade. “Faz-se indagar como não fora percebido as arbitrariedades e ilegalidades incutidas na referida transação, pondo em dúvida a atuação imparcial e impessoal que deveria ter a Magistrada”, diz, na representação.

Para o petista, a juíza agiu “de maneira desfundamentada, desproporcional e infundada” quando “inviabilizou o acesso de qualquer cidadão aos autos do referido processo, vulnerando as escâncaras a garantia fundamental da publicidade dos processos fincados nas searas administrativa e judicial, insculpida no artigo 5o, XL e artigo 37, caput, ambos da Constituição Federal de 1988. Por que não publicar as cláusulas ali expendidas?”, indaga.

“Tratou-se, a bem da verdade, de uma complexa, articulada, e obscura movimentação dos envolvidos, tudo com o aval da Excelentíssima Senhora Juíza da 13a Vara Federal de Curitiba/Paraná”, conclui Solla. No documento o petista destaca a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a criação do fundo, em relatório do ministro Alexandre de Moraes.

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Victor Ramos lamenta empate com o ABC: ‘Fizemos um bom jogo’


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Foto: Maria Clara/ ABC

O Vitória empatou em 0 a 0 com o ABC, neste sábado (23), no Frasqueirão, em Natal (RN). O zagueiro Victor Ramos lamentou o resultado, mas destacou a compactação de sua equipe. “Fizemos um bom jogo. Criamos algumas oportunidades e eles quase não chegaram em nossa defesa. Isso é importante, essa compactação. Agora é trabalhar forte nos próximos dias para evoluir e dar total apoio a [Cláudio] Tencatti para ele nos ajudar nessa sequência da temporada”, disse o defensor, em entrevista ao Bahia Notícias.

O final da partida foi marcado por um erro de arbitragem. A bola pegou na mão de um defensor do ABC e o árbitro José Woshington da Silva mandou o jogo seguir. Victor Ramos evitou criticar o juiz.

“O lance da mão na bola do jogador do ABC foi muito rápido. Mas acontece. Não dá para ficar lamentando isso. Aconteceu, nós achamos que foi pênalti, mas bola pra frente. Pensar no próximo jogo”, afirmou.

O Vitória volta a campo no próximo sábado (30) para encarar o Náutico, às 16h, no Barradão, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.  O defensor garante que vai “suar sangue” para conseguir o triunfo.

“Vamos ter uns dias até a partida contra o Náutico. Esse tempo será importante para essa decisão que teremos em casa. Vamos suar sangue no próximo final de semana para levarmos o Vitória para a próxima fase da Copa do Nordeste”, finalizou. (por Glauber Guerra – BN)




Rio transborda na divisa entre S. A. de Jesus e Conceição do Almeida


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Foto: Reprodução/ WhatsApp

Com a forte chuva que caiu no recôncavo baiano, na noite desta sexta-feira (22), um rio que passa próximo ao bairro Santa Madalena transbordou por cima da ponte, na manhã deste sábado, dia 23. Isso não acontecia há dez anos.

Essa ponte fica na divisa entre os municípios de Santo Antônio de Jesus e Conceição do Almeida, na estrada que dá acesso ao Tabuleiro de Menezes em Conceição do Almeida, São Roque do Crussaí em Castro Alves, Dendê em Varzedo, entre outras comunidades. (Fonte: Tribuna do Recôncavo)

Assista ao vídeo abaixo:




Número de pessoas que se declaram “sem religião” ultrapassa evangélicos nos EUA


                                                          Foto: Deposit

Uma pesquisa recentemente divulgada pela General Social Survey (GSS) demonstrou que o número de pessoas que se declaram “sem religião” cresceu nos últimos anos nos Estados Unidos, ultrapassando o quantitativo de evangélicos. A GSS, que realizou a pesquisa no ano passado (2018), é administrada pelo Centro Nacional de Pesquisa de Opinião (National Opinion Research Center – NORC) da Universidade de Chicago, e só divulgou os dados esse ano, após a interpretação dos resultados.

O pesquisador de ciências políticas da Eastern Illinois University, Ryan Burge, conferiu os dados, revelando que pelo menos 23,1% dos entrevistados declararam não pertencer a nenhuma religião, enquanto os evangélicos somaram 22,8%.

“Esse grupo de pessoas não está desacelerando”, disse Ryan, referindo-se aos sem religião, destacando que o cenário aponta um crescimento capaz de superar o número total de pessoas religiosas no país, incluindo evangélicos e católicos.

“A parcela dessa população continua subindo cerca de 1% a cada dois anos e tem feito isso nos últimos 15 anos. Se as tendências atuais continuarem, elas serão estatisticamente o maior grupo nos Estados Unidos nos próximos cinco anos”, dise Ryan, segundo informações do Christian Post.

Os católicos representam 23% da população, ficando ao lado dos evangélicos em maioria. Ainda assim, o segmento da igreja romana apresentou queda de 3% em comparação com os anos anteriores.

Além dos dados informados pela General Social Survey, pesquisas da ABC News e do The Washington Post, realizadas no ano passado, também revelaram que entre os anos de 2003 e 2017, o número de pessoas declaradas “sem religião” cresceu de 12% para 21%.

Assim, esses números revelam que apesar do atual crescimento da “onda conservadora” na América do Norte, ainda é preocupante o número de pessoas que se distanciaram ou não foram alcançadas pelo Evangelho na única hiperpotência do planeta. (por WILL R. FILHO / Gospel Mais)




Justiça determina Estado e União a dar assistência a jumentos na Bahia


                                                                                Imagem: Divulgação/ Mário Bittencourt- Correio

A União e o Estado da Bahia estão obrigados por decisão da Justiça Federal a dar assistência veterinária e garantir abrigo, alimentação e água a centenas de jumentos encontrados no final de janeiro deste ano em um confinamento ilegal na zona rural de Canudos, centro-norte da Bahia.

A decisão, dada na terça-feira (19) pela juíza federal Arali Maciel Duarte, da 1ª Vara Federal Cível da Bahia e que também havia decidido liminarmente pela proibição do abate dos jumentos no estado em 30 de novembro de 2018, é em atendimento a pedido de ONGs que estão com a tutela dos bichos desde que eles foram encontrados.

Prepostos das ONGs, que são representadas na tutela dos animais pelo Fórum Nacional de Proteção Animal, entidade com sede em São Paulo, informaram que enfrentam muita dificuldade para garantir o bem-estar dos jumentos e que estão recebendo poucas doações, diante dos gastos para realizar os cuidados.

Atualmente, segundo as ONGs, há 427 jumentos, pouco mais da metade da quantidade encontrada no confinamento ilegal – cerca de 800 animais. Os demais morreram, ainda segundo as ONGs, devido a uma doença metabólica sem cura e desenvolvida por causa dos maus-tratos.

Procurada para comentar o caso, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que “já foi intimada da referida decisão e está avaliando as medidas judicias que serão adotadas”. O Governo da Bahia, por sua vez, não respondeu ao CORREIO.

Conforme a decisão, o Estado da Bahia deve “informar sobre a possível emissão de GTAs [guia de trânsito que atesta também a sanidade do animal] para deslocamento de jumentos no Estado da Bahia após deferimento da liminar ou qualquer outro tipo de autorização relativa ao jumento neste Estado”.

Determina à União e ao Estado da Bahia adotar “providências necessárias ao cadastro e chipagem dos jumentos, de modo que possa haver um controle da quantidade e origem desses animais” e que “tomem providências no sentido de dar assistência e proteger os jumentos que estão na propriedade”.

A bióloga Patrícia Tatemoto, representante no Brasil da The Donkey Sanctuary, ong britânica que atua de forma global na defesa dos jumentos e que está ficando entre Salvador e Canudos nos cuidados com os animais, disse que os animais estão sendo bem cuidados, mas os recursos estão ficando escassos.

“Estamos com dois veterinários cuidando dos animais, fazendo exames. Há comida e água, mas os recursos estão acabando e dependemos muito de doações, que estão ocorrendo, mas por conta da grande quantidade de jumentos ainda precisamos de mais, e o que chega está sendo gasto”, disse.

Doutora em equinos, a zootecnista Chiara Albano, professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e integrante do Fórum Nacional de Defesa Animal, informou que foram coletadas cerca de 600 amostras de sangue dos animais para realização de exames cujos resultados ainda não foram divulgados.

“As amostras de sague ficaram no laboratório da Adab [Agência de Defesa Agropecuária da Bahia] aguardando os reagentes para que os exames fossem realizados”, escreveu Chiara Albano num relatório sobre os jumentos.

Para ela “existe interesse do governo da Bahia em segurar os exames, por custo também, mas principalmente por questões comerciais com os chineses. Se houver caso de AIE [anemia infecciosa equina] o governo pode ter sérios problemas nas barreiras alfandegárias. Apesar de a AIE não ser uma zoonose, este exame é exigido para a exportação de carne ou pele de equídeos pela China”.

Coordenadora da Frente Nacional de Defesa dos Jumentos, a advogada Gislane Brandão, de Salvador, informou que a falta de resultado dos exames está atrapalhando o processo de adoção que as ONGs querem fazer com os jumentos. “Sem ter informações sobre a saúde dos animais, não tem como fazer as adoções”, ela declarou.

Uma campanha ocorre na internet para arrecadar fundos e custear o arrendamento rural, empregados, alimentação, água, veterinários, castrações, remédios, vacinas, exames e transporte para adoções, as quais ocorrerão quando os animais estiverem bem de saúde.

O endereço para doação é www.catarse.me/salvem-os-jumentos. Cerca de R$ 20 mil já foram arrecadados, mas tiveram de ser gastos com os cuidados com os jumentos, sobretudo com o arrendamento da área onde eles estão, que custa R$ 10 mil. “As doações que temos recebido são muito válidas, mas os custos são grandes. Por isso, precisamos que o Estado e a União arque com os custos”, disse Gislane. (Correio da Bahia)