AL-BA aprova federalização de trecho da BA-120

                                                            A proposta foi relatada pelo deputado Rogério Andrade Filho (PSD). Imagem: Reprodução A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprovou, nesta terça-feira (20), o projeto do … Leia Mais






EUA deixam diálogo e estabelecem linha dura contra Venezuela


                       Nicolás Maduro, com baixa popularidade, conta com o apoio dos militares, da Rússia, China e Cuba para seguir no poder – Venezuelan Presidency/AFP

O caminho para o diálogo ficou mais longo na Venezuela após o bloqueio econômico dos Estados Unidos, que buscam impor uma linha dura para expulsar Nicolás Maduro, sem apoiar uma negociação que dê sobrevida ao presidente ‘chavista’.

Maduro suspendeu as negociações com a oposição na quarta-feira em reação às medidas que congelaram os ativos do país nos Estados Unidos e limitaram severamente sua atividade comercial.

John Bolton, assessor de segurança do presidente Donald Trump, não deixou dúvidas sobre o objetivo: “O tempo para o diálogo já passou, agora é hora de agir”.

Washington pretende “assumir um papel de liderança e definir a agenda na Venezuela”, avaliou David Smilde, professor de sociologia e estudos latino-americanos da universidade americana de Tulane.

A Casa Branca, que lidera a pressão para tirar Maduro, perdeu protagonismo após a fracassada tentativa de golpe militar de abril liderada pelo opositor Juan Guaidó – a quem reconhece como presidente interino do país – e pelo início, em maio, do diálogo com a mediação da Noruega.

Embora a diplomacia americana alegue que apoia as negociações, o Conselho de Segurança Nacional (NSC) está comprometido com a “pressão máxima” para encerrar o governo de Maduro, diz Smilde.

Assim, com o bloqueio, Bolton e o NSC “afirmaram seu domínio na política da Venezuela”, acrescentou.

– Trump, “chefe da oposição” –

Maduro, com uma popularidade muito baixa, anunciou que irá rever a negociação que ocorre em Barbados e ameaçou punir os opositores que apoiarem o bloqueio, uma decisão que busca ganhar tempo para agir.

“Em Barbados estava buscando o fim das sanções, mas o que recebeu foi uma dose maior. Não será permitido um acordo de conciliação, a menos que ele aceite as eleições presidenciais com novas autoridades eleitorais e sem ele à frente, o que não seria um bom negócio para ele, porque sua ideia é permanecer no poder”, disse à AFP o cientista político Luis Salamanca.

Já Guaidó insiste que não negociará sem discutir a realização de novas eleições e que continuará jogando em todos os campos: o do diálogo, refutado por um setor opositor; o da pressão internacional, incluindo a cooperação militar dos Estados Unidos; e o da mobilização popular, que resfriou nos últimos meses.

“Trump está configurando como será a política venezuelana do futuro e, acima de tudo, como será a oposição do futuro. Agora é possível dizer que Trump é o líder da oposição com estas sanções”, destacou o cientista político Ricardo Sucre.

Para Salamanca, o diálogo pelo qual torcem a ONU e a União Europeia “enfraqueceu (com o bloqueio) e seu futuro dependerá dos cálculos feitos pelos atores, do que eles veem que podem conseguir”.

Oslo disse nesta quinta-feira que mantém contatos com ambas as partes para futuros encontros.

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanosm Michelle Bachelet, que denunciou graves violações na Venezuela após uma visita a Caracas em junho, advertiu nesta quinta que o bloqueio ameaça “exacerbar” a crise.

– Intervenção militar? –

Por enquanto, Maduro ainda se apega à Força Armada, à qual conferiu poder amplo mas que está dividida, e aos seus aliados Rússia, China, Cuba e Irã, a quem Bolton emitiu um aviso: “Não dobrem uma aposta ruim”.

Mas em um novo respaldo a Caracas, Pequim pediu que Washington pare de “assediar” outros países, enquanto Moscou anunciou um acordo de gás com a Venezuela.

A medida que Trump aperta a corda para asfixiar Maduro, a quem acusa de ter sido reeleito de maneira fraudulenta, sua ameaça de intervenção militar perde força.

O estrangulamento econômico para forçá-lo a renunciar ou fazer com que os militares retirem seu apoio parece ser sua carta na contagem regressiva para buscar a reeleição em 2020.

“Há pouco ou nenhum movimento dentro do governo Trump para algum tipo de solução militar para o conflito”, disse Smilde, lembrando que esses movimentos nos Estados Unidos não são novos para a região.

“Essas ações por si só não são suficientes para inviabilizar as negociações de Barbados. Os Estados Unidos também tentaram atrapalhar o processo de paz na América Central nos anos 80 e tiveram sucesso. É fato que estão trabalhando de forma agressiva contra a negociação, mas isso pode despertar o apoio internacional para a mesa”, concluiu. (Isto é)




Solla pede que TJ-BA reconsidere decisão de fechar comarcas


O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) criticou, nesta sexta-feira (2), o novo fechamento de outras 16 comarcas no interior do estado, num processo de redução dos serviços do Judiciário na Bahia que já dura mais de dois anos.

“O Judiciário é um dos mais importantes serviços públicos que o Estado deve oferecer, é a garantia do cumprimento da lei, da ordem. É um serviço que, em democracias consolidadas, precisa estar acessível a todos os cidadãos. Se alguém precisa sair da sua cidade e passar horas em rodovias para ir a uma audiência, alguns princípios legais estão sendo violados”, ponderou Solla.

O petista afirmou que articulará um encontro entre a bancada baiana no Congresso Nacional para tratar do tema. “Todos os deputados estão percebendo a ampla repercussão negativa dessa decisão, porque vai dificultar muito a vida da população. É nossa obrigação, acima de tudo, lutar por essas pessoas”, completou o petista.

Serão desativadas as comarcas de Antas, Cipó, Governador Mangabeira, Ibirataia, Igaporã, Itabela, Itagibá, Jitaúna, Laje, Maragogipe, Pindobaçu, Presidente Jânio Quadros, Sapeaçu, Tanhaçu e Taperoá.

Assessoria de imprensa deputado federal Jorge Solla (PT-BA)


Neto sobe o tom ao ser questionado sobre apoio a Bolsonaro: “Você me viu apoiar?”


                                                                             (Fotos: Valter Pontes/SECOM | Valter Campanato/Agência Brasil)

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), se irritou após ser questionado sobre o apoio do DEM ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista à imprensa, nesta quinta-feira (1º), o presidente nacional do Democratas subiu o tom ao responder o questionamento.

“Quem é que está apoiando? Em que posicionamento? Nós apoiamos? Você me viu apoiar? Você viu alguém do partido apoiar? Não estou na base… Isso aí é coisa sua, me perdoe. Você está querendo colocar palavras na boca do presidente nacional do partido. Não vou deixar. Não estou na base”, disparou.

Neto ainda afirmou que o partido nunca integrou a base do presidente, apesar de ter alinhamento na agenda econômica.  “Hora nenhuma o partido anunciou um apoio formal ao governo, exatamente para poder manter a sua liberdade e se pronunciar sobre cada ação. Na agenda econômica, que é uma agenda do país, não é do governo só, do presidente apenas, nós estamos inteiramente alinhados, como foi o caso da reforma da Previdência, porque o Brasil precisa voltar a crescer, gerar emprego, agora, no restante cada um fala por si”, completou.

(Varela Notícias)


Rui não descarta presidência, mas diz que momento é de foco na Bahia e no Nordeste


                                                                                           Foto: Lucas Arraz / Bahia Notícias

O governador Rui Costa descartou, ao menos por hora, uma candidatura à presidência da República nas eleições de 2022. “Rui Costa por enquanto é um nome que vai continuar trabalhando pela Bahia e pelo Nordeste”, disse o chefe do Executivo baiano durante inauguração do Teatro Municipal de Itabuna, nesta sexta-feira (26).

O petista aproveitou a oportunidade para anunciar as novidades do Consórcio Nordeste, formado pelos governadores dos 9 estados da região, e que nesta semana foi registrado oficialmente e passou a ter CNPJ e endereço.

“Segunda vamos aprovar o planejamento estratégico do Consórcio para os próximos 12 meses e iremos anunciar, junto com todos os governadores do Nordeste, as primeiras iniciativas nesse semestre”, adiantou Rui.

De acordo com o governador da Bahia, entre as medidas adotadas pelos estados nordestinos está a realização de compras coletivas, “buscando mais eficiência e redução de custos, para melhorar a qualidade do gasto público de todos os estados”. (Bahia Notícias)