Bolsonaro diz que TSE falhou ao apontar irregularidades em campanha

Folhapress Foto: © Pilar Olivares / Reuters O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse neste domingo (18) que parte dos indícios de irregularidades questionados por técnicos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na prestação de contas de sua campanha foi fruto de falhas do próprio órgão. “Já foram todas rebatidas [as inconsistências listadas pelo tribunal]. Tem … Leia Mais


Neto sobre saída de cubanos: ‘É preciso intervenção rápida’

Foto: Reprodução O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), comentou, nesta quinta-feira (15), que o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) tem o “direito” de mudar o programa Mais Médicos, desde que tenha capacidade de suprir as demandas com a saída dos profissionais cubanos. “Não é possível acabar com o programa de uma hora para … Leia Mais



Bolsonaro anuncia general do Exército para o Ministério da Defesa


Bolsonaro anuncia general do Exército para o Ministério da Defesa

Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou na manhã desta terça-feira (13) mais um nome que vai integrar o seu governo. Trata-se do general da reserva Fernando Azevedo e Silva, que vai comandar o Ministério da Defesa. Bolsonaro confirmou a indicação pelo Twitter, logo após desembarcar em Brasília para uma série de encontros com autoridades, em razão da transição de governo. Fernando Azevedo e Silva estava no Supremo Tribunal Federal (STF) como assessor do ministro Dias Toffoli, presidente da Corte. (Notícias ao Minuto)

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Bom Dia! Comunico a todos a indicação do General-de-Exército Fernando Azevedo e Silva para o cargo de Ministro da Defesa.

14,9 mil pessoas estão falando sobre isso






Temer quer fim de auxílio-moradia como condicionante para sancionar reajuste do STF


Temer quer fim de auxílio-moradia como condicionante para sancionar reajuste do STF

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Michel Temer quer que o Supremo Tribunal Federal (STF) acabe com o auxílio-moradia antes que ele sancione o reajuste salarial dos ministros da Corte e da Procuradoria-Geral da República de 16,4%. O fim do benefício, que vigora desde 2014, foi um compromisso assumido pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para convencer o Congresso Nacional a dar aval ao aumento. Segundo senadores, ele se comprometeu a abolir também outros penduricalhos. Porém, ainda não definiu uma data para levar o tema ao plenário. Temer tem quinze dias, até 22 de novembro, para decidir se sanciona ou veta os dois projetos de lei que determinaram o reajuste. Um auxiliar direto do presidente disse ao Estado Conteúdo, que o presidente ainda não decidiu se sanciona ou veta o reajuste e que aguarda o fim formal do auxílio. Com o reajuste, o salário dos 11 ministros e da procuradora-geral da República Raquel Dodge passará de R$ 33,7 mil mensais para R$ 39,2 mil, com efeito de elevar o teto do funcionalismo público nacional. O projeto foi aprovado na última quarta-feira (7) por 41 senadores (a maioria da base governista, entre eles aliados de Bolsonaro), e 16 contrários (a maioria de esquerda). Só um se absteve, José Maranhão (MDB-PB).  (Bocão News)





Regras atuais de posse de arma são restritivas, diz Sérgio Moro


Regras atuais de posse de arma são restritivas, diz Sérgio Moro

Estadão Conteúdo

Foto: © Reuters

As regras atuais de posse de arma são restritivas, disse o juiz Sérgio Moro, que assumirá o Ministério da Justiça no ano que vem, na gestão Bolsonaro. Em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida na noite deste domingo, 11, o magistrado afirmou que esse “não pode ser um motivo de preocupação” para as pessoas. Em sua opinião, o que está em questão com a liberação da população para que mantenha armas em casa não é “redução ou não da criminalidade”, mas o cumprimento de uma promessa de campanha de Bolsonaro. “O presidente eleito tem um compromisso com os eleitores”, afirmou. Questionado sobre a legalidade de posições do governador do Rio de Janeiro eleito, Wilson Witzel (PSC), que defendeu o “abate” de qualquer pessoa que porte um fuzil de criminosos, Moro respondeu que é preciso “conversar com mais cautela e ponderação (com Witzel) para saber o que se pretende”. A opinião do juiz da Operação Lava Jato, no entanto, “é que não parece razoável que um policial tenha que esperar um criminoso atirar nele com uma metralhadora ou com um fuzil antes de tomar qualquer providência”. Ele disse ainda ter dúvidas se a legislação já não garante a liberdade de atirar em supostos criminosos em situações de risco, mas que estudará uma reformulação legal, se necessário.

O futuro ministro da Justiça disse que acredita não ser possível “construir uma política criminal baseada em confronto de tiroteios”. E que o Estado tem que ter ações mais firmes contra as organizações criminosas e que não tem condições de se comprometer com porcentual de redução de homicídios. Sobre a redução da maioridade penal, Moro afirmou que “não existe uma posição fechada do governo. “Tem que ser discutido.” Bolsonaro gostaria que a idade fosse revista para 16 anos, mas o juiz apresenta resistência. “Existe uma necessidade de proteger o adolescente, por isso se coloca a maioridade penal em 18 anos. Mas também acho que é razoável a afirmação de que mesmo um adolescente entre 16 e 18 anos já tem a compreensão de que é errado matar”, acrescentou. Moro ainda negou que Bolsonaro persiga minorias, como a população homossexual. “O fato da pessoa ser heterossexual, homossexual, branco, negro, asiático… isso é absolutamente indiferente. E nada vai mudar. Eu tenho grandes amigos que são homossexuais. Algumas das melhores pessoas que eu conheço são homossexuais”, disse o juiz. Com informações do Estadão Conteúdo.





Equipe de Bolsonaro convida Joaquim Levy para assumir BNDES


Equipe de assessores econômicos do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), convidou o economista Joaquim Levy para presidir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Ex-ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff, Levy é engenheiro naval e PhD em economia pela Universidade de Chicago (EUA). Era diretor do Bradesco até ser convidado para o cargo de ministro, em novembro de 2014. Ele permaneceu no posto até dezembro de 2015, quando foi substituído por Nelson Barbosa. Atualmente, Levy é diretor financeiro do Banco Mundial. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o ex-ministro da Fazenda na gestão Dilma fique à frente do banco público, mas ainda não recebeu uma resposta. Além disso, Guedes também tem manifestado o desejo de manter três nomes do governo Michel Temer na gestão Bolsonaro. No desenho da equipe do presidente eleito, Ana Paula Vescovi, atual secretária-executiva do Ministério da Fazenda, ficaria com a presidência da Caixa Econômica Federal. O atual secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, seria mantido também na área econômica. Guedes pretende ainda manter Ivan Monteiro, presidente da Petrobras, no comando da estatal.Não há confirmações ainda de que os convites tenham sido aceitos. Com informações da Folhapress.