Santo Estevão: Estudante de 15 anos é assassinada dentro de casa

Uma adolescente de 15 anos foi assassinada dentro de casa, na cidade de Barra da Estiva, região sudoeste da Bahia. Segundo relatos de familiares, Rhanna Kevila da Silva Almeida estava sozinha no imóvel, que foi invadido na tarde de sexta-feira (1º). A autoria do crime é desconhecida. Uma tia da garota contou, em entrevista ao G1, que … Leia Mais



Otto denuncia acordo da Petrobrás para pagar bilhões a americanos

O plenário do Senado Federal aprovou, na noite desta terça-feira (29/5), o requerimento do senador Otto Alencar (PSD-BA), que pede informações sobre o escandaloso acordo anunciado pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, em janeiro deste ano. Pelo o acordo, a empresa vai pagar a acionistas estrangeiros US$ 3 bilhões. “Quero saber se este acordo foi … Leia Mais




Em edição do DO, governo publica medidas de acordo com caminhoneiros


Em edição do DO, governo publica medidas de acordo com caminhoneiros

O governo publicou em edição extra do Diário Oficial da União as três medidas provisórias prometidas pelo presidente Michel Temer em pronunciamento feito mais cedo. Logo após o anúncio do Palácio do Planalto, representantes dos caminhoneiros condicionaram a volta às atividades à publicação das medidas. A primeira delas reserva 30% do frente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para cooperativas de transportes autônomos, sindicatos e associações de autônomos. Em outra MP, o governo estende para as estradas estaduais a dispensa de pagamento de pedágio do eixo suspenso de caminhões, uma das principais reivindicações da categoria. Atualmente, o benefício já é válido para as rodovias federais desde 2015. Por último, foi editado um texto que cria a política de preços mínimos para o transporte de cargas. O tema vinha sendo discutido em projeto do Senado, mas o governo decidiu converter seu conteúdo em MP para dar mais celeridade. As medidas têm validade imediata, mas precisam passar por aprovação da Câmara e do Senado em até 120 dias. Com informações da Folhapress.


“Foi para isso que tiraram Dilma?”: Rui Costa se manifesta sobre a greve nas redes sociais


“Foi para isso que tiraram Dilma?”: Rui Costa se manifesta sobre a greve nas redes sociais

Foto: reprodução/Facebook

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), se pronunciou nas redes sociais, na manhã deste sábado (26), sobre a greve dos caminhoneiros, que já chega ao sexto dia em todo o Brasil. “O Brasil inteiro está indignado com o que fizeram com nosso país. Foi para isso que tiraram Dilma do governo? Com a Dilma, a gasolina era R$ 2,60. Hoje, a gasolina está cinco reais. Foi para isso que prenderam o ex-presidente Lula? Quando Lula deixou o governo, o botijão de gás custava R$ 12. Hoje, custa R$ 80”, comparou o governador. Rui aproveitou o momento para se solidarizar com os manifestantes, mas pediu a compreensão de todos para que a greve não afete os serviços públicos. “Não podemos nos conformar com isso. Eu apoio todos aquele que querem se manifestar por um Brasil melhor, mas a sociedade não pode entrar em colapso. Pedimos a compreensão de quem legitimamente se manifesta, senão vamos sofrer mais ainda do que esse governo está fazendo a gente sofrer”, disse. (VN)


Planalto reconhece que demorou para perceber gravidade de movimento de caminhoneiros


Planalto reconhece que demorou para perceber gravidade de movimento de caminhoneiros

Temer durante fala na reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, nesta sexta-feira (25) (Foto: Cesar Itiberê/PR)

De forma reservada, ministros próximos do presidente Michel Temer reconhecem que a demora na reação do governo para perceber a gravidade da insatisfação dos caminhoneiros e do setor de transportes tem um motivo especial: o governo estava com todo o foco na sobrevivência política diante das investigações da Lava Jato e o enfraquecimento cada vez maior junto ao Congresso Nacional. “Já havia sinais dessa insatisfação dos caminhoneiros desde o final do ano passado. Mas o governo não deu a dimensão correta porque estava preocupado com a própria situação do presidente Temer”, reconheceu ao blog um auxiliar próximo do presidente. A avaliação interna é que o avanço das investigações na Lava Jato contra Temer e a dificuldade para comandar a base aliada no Congresso tiraram do Planalto a energia necessária para cuidar de outros temas. Por isso, admitem interlocutores do presidente, as queixas do setor foram minimizadas. Mesmo depois de iniciada a greve, o Palácio do Planalto subestimou o movimento num primeiro momento. Na terça-feira (22), quando a paralisação da categoria já era intensa em todo o Brasil, o governo estava focado na agenda eleitoral com o pré-lançamento da candidatura do ex-ministro Henrique Meirelles ao Palácio do Planalto. “Se o governo tivesse dimensionado o potencial da greve dos caminhoneiros teria adiado o evento do Meirelles. Mas o foco era outro”, observou essa fonte. Tanto que o Planalto recebeu de forma positiva – no primeiro momento – a iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de zerar a Cide em troca da reoneração da folha de pagamento de vários setores da economia. Nas palavras de um assessor, seria transformar um limão em uma limonada. “Esse foi outro grande erro: achar que tão pouco solucionaria uma crise que já era muito maior. Quando o governo acordou, o movimento já tinha outra dimensão”, admitiu esse assessor palaciano, lembrando que os empresários do setor também agiram para mobilizar a paralisação dos caminhoneiros.