Psiquiatra famoso admite que possessão demoníaca é “algo real”

O psiquiatra americano Richard Gallagher, membro da Junta Americana de Psiquiatria e Neurologia e professor na Columbia University é um profissional renomado em sua área. Ele estuda relatos de possessão demoníaca há 25 anos e descobriu que, de fato, elas são reais. Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, explicou que lida com essa questão “de um ponto de … Leia Mais


São Felipe ganha nova Base e nova Ambulância da SAMU 192

O município de São Felipe completou 138 anos de emancipação política e administrativa nesta terça-feira (29/05) e seguindo a programação de aniversário da cidade, a Prefeitura de São Felipe, através da Secretaria Municipal de Saúde, entregou a população a nova Base Descentralizada e uma nova Ambulância de suporte básico do Serviço de Atendimento Móvel de … Leia Mais




Feira de Santana registra segunda morte por leishmaniose visceral do ano


Feira de Santana registra segunda morte por leishmaniose visceral do ano

Foto: Reprodução/ TV Bahia

Feira de Santana, cidade a 100 km de Salvador, registrou a segunda morte deste ano por leishmaniose visceral, doença transmitida pelo mosquito palha. O caso ocorreu no dia 17 de abril. A informação foi divulgada nesta semana pelo Núcleo Regional de Saúde. A primeira morte ocorreu no dia 26 de janeiro. O paciente Estêvão da Silva Cerqueira Filho, de 40 anos, começou a sentir alguns sintomas da doença no final do ano passado, mas não procurou um médico. O estado de saúde piorou nos últimos 15 dias e ele não resistiu. A mãe da vítima, Luiza Cerqueira, contou que o filho já não comia direito, tinha muita febre e perdeu muito peso. Por conta própria, ele fez um exame em um laboratório, cujo resultado acusou baixa de plaquetas. O rapaz foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Mangabeira, onde morreu. Os exames confirmaram que Estevão morreu de leishmaniose, que é transmitida pelo mosquito palha. De acordo com o  Núcleo Regional de Saúde, no ano passado foram confirmados 8 casos de leishmaniose em humanos na cidade. Quatro pacientes não resistiram às complicações causadas pela doença em 2017. Neste ano, já foram notificados 12 casos suspeitos.(M1)


Estudo aponta que profissionais de saúde sabem pouco sobre Doença de Chagas


Estudo aponta que profissionais de saúde sabem pouco sobre Doença de Chagas

Um estudo desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com a organização Médico Sem Fronteiras (MSF), mostrou que profissionais de saúde sabem pouco sobre métodos de diagnóstico e tratamento da Doença de Chagas no Brasil. Entre os profissionais de unidades básicas de Saúde ouvidos em seis municípios brasileiros, apenas 32% conheciam os procedimentos de diagnóstico da doença. Quando questionados sobre o tratamento da doença, 41% afirmaram saber que existe um medicamento específico para a doença, mas somente 14% sabiam dizer o tipo de medicamento indicado. Os resultados foram divulgados no último sábado (14), na Universidade de Brasília. Em entrevista à Agência Brasil, o epidemiologista da Unidade Médica Brasileira do Médico Sem Fronteiras, Juan Carlos Cubides, explicou que o objetivo do estudo era justamente mostrar a negligência com a doença de Chagas no país e documentá-la, pois faltam números oficiais sobre o problema. “Muitas vezes o médico tem um paciente com sintomas de Chagas, mas ele não pensa na doença. Não sabe fazer o diagnóstico e nem que medicamento utilizar”, disse.

“Isso contrasta fortemente com o que acontece nos Centros de Referência, obviamente, onde 90% dos profissionais conhecem os testes de diagnóstico e o tratamento indicado”. O levantamento foi feito com profissionais de saúde, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em seis cidades brasileiras com histórico de casos de Chagas ou que têm centros de referência para o tratamento da doença e demonstrou que entre os usuários também há muita desinformação. Entre os 177 usuários das unidades básicas ouvidos, que não têm a doença, menos de 30% sabiam que é possível curar a doença na fase aguda. No total, foram entrevistadas 269 pessoas, sendo 230 usuários do SUS, 53 pessoas afetadas por Chagas e 39 profissionais de saúde e gestores.


Usuários do Planserv reclamam de falta de assistência


Os usuários do Planserv (Plano de assistência à saúde dos Servidores Público Estaduais), da Bahia, têm buscado os meios de comunicações para reclamar da desassistência do Plano. “Está difícil, nem exame simples estamos conseguindo fazer, quando chegamos nas clinicas para marcar o atendimento, o sistema está sempre com problema.  Já fiz várias tentativas em clinicas e cidades diferentes, e é sempre a mesma coisa, o sistema em manutenção, atualização do sistema, entre outras citações que são dados pelo Planserv. Não sabemos mais a quem recorrer, por falta de recurso não pode ser! já que todos os meses os valores são descontados automaticamente em contas. Peço ao governador que veja essa situação ai”, reclama, um servidor do estado usuário do plano.


Sabonete e toalha compartilhados: perigos dos germes no banheiro


Alguns  itens que parecem inofensivos no nosso banheiro podem trazer sérios riscos à saúde, segundo novos estudos. Desde as toalhas molhadas estendidas e compartilhadas, até o próprio sabonete ou os brinquedos de borracha para as crianças, todos podem acabar sendo transmissores de doenças para crianças e adultos. “O banheiro é um lugar bastante complicado quando o assunto é higiene”, disse John Oxford, professor emérito de virologia da Universidade Queen Mary, em Londres. “As pessoas passam muito tempo limpando a privada, mas seria bom se todos prestassem mais atenção ao banheiro como um todo e usassem sprays desinfetantes para limpá-lo”. A segurança é outra questão importante no que diz respeito aos banheiros.

Veja a seguir preocupações e dicas de especialistas:

Patos de borracha e brinquedos
Em estudo reportado pela imprensa britânica, o Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática e a Universidade de Illinois analisaram 19 brinquedos de banheira e identificaram fungos em 58% deles.
O líder do estudo aconselhou a não esguichar água do pato no rosto de uma criança, pois isso poderia causar “infecções nos olhos, ouvidos ou mesmo problemas gastrintestinais”.

Cadeirinhas de banho
Como você dá banho em um recém-nascido? Os pais sabem que um bebê é delicado demais para sentar em uma banheira normal, então é comum usarem cadeirinhas especiais para mantê-los ali.

No entanto, essas cadeirinhas não oferecem 100% de proteção.
Um porta-voz da Sociedade Real pela Prevenção de Acidentes britânica disse à BBC que as “cadeirinhas de banho normalmente trazem uma falsa sensação de segurança, já que os bebês podem se afogar em apenas alguns centímetros de água. Isso pode acontecer em questão de segundos, e silenciosamente”.

“É importante manter o bebê ao alcance do braço o tempo todo para você conseguir segurá-lo se ele escorregar na água, uma vez que ele não conseguirá se endireitar sozinho.”

Sabão
O propósito de um sabonete é justamente limpar suas mãos e seu corpo – então esse é o último lugar onde você imaginaria encontrar germes.
Mas “a bactéria pode ficar no sabonete e passar de pessoa para pessoa”, disse o professor John Oxford.

“O banheiro é o lugar ideal para um vírus permanecer e se espalhar pelos moradores da casa.”

Oxford aconselha, nesses casos, a utilizar sabonete líquido em dispensador para reduzir os riscos.
O Instituto Nacional de Saúde britânico recomenda, também, que equipes de saúde pública usem sabão líquido e água morna para lavar as mãos.

Toalhas
A boa e velha toalha de secar a mão ou o corpo após o banho também pode abrigar germes. Por isso, especialistas orientam que elas não sejam emprestadas para ninguém. Mas e quanto à toalha de mão que fica no banheiro compartilhado por todo mundo, inclusive pelas visitas? “Eu evitaria até isso. Os germes podem ficar na toalha por horas. Na verdade, uma toalha é um ótimo lugar para eles ficarem, já que é uma atmosfera úmida e propícia”, afirmou.”Meu conselho seria usar toalhas de papel descartáveis ou então toalhas (de uso) individual.”
Superfícies escorregadias

A combinação de chão molhado e sabão cria o perigo de quedas graves no banheiro, que podem resultar em fraturas, cortes e hematomas – sendo os idosos os mais suscetíveis.

Uma estratégia para evitar isso pode ser forrar o chão com tapetes de borracha e antiderrapantes, além de instalar barras de apoio para as mãos em locais estratégicos. (G1)