Falar sobre desejos faz parte de um bom relacionamento


Falar sobre desejos faz parte de um bom relacionamento

Foto:  Pixabay

Um dos grandes geradores de conflito entre os casais é a comunicação, ou melhor, os ruídos causados por ela. Tendemos a acreditar que o outro é capaz de compreender exatamente o que estamos querendo dizer, inclusive aquilo que está oculto na mensagem e que, inúmeras vezes, nem falamos por imaginar que está subentendido. É perceptível a diferença entre homens e mulheres em termos de comunicação, tanto ao emitir quanto ao receber uma mensagem. Eles são mais diretos, dificilmente falam algo querendo dizer outra coisa. A palavra é um instrumento muito importante para os homens, ela é verdadeira e não há o que interpretar. O que vale é a expressão verbal do sentimento. Falar o que pensa é mais importante do que se preocupar com o que os outros irão pensar. A mesma facilidade eles têm para dizer de forma objetiva o que desejam. A comunicação e o comportamento masculino são, basicamente, coerentes. Do outro lado, as mulheres. Quase sempre deixando algo nas entrelinhas para ser descoberto, elas esperam que eles percebam o que querem, adivinhem seus pensamentos sem verbalizar os desejos claramente. Mais sensíveis aos sinais não verbais da comunicação, muitas vezes, elas fazem uma leitura completamente equivocada ao tentar entender o que estaria por trás do comportamento masculino, tomando o seu como referência. Atitudes antagônicas na hora de se comunicar levam homens e mulheres a cometer erros de compreensão. Se ela estiver triste e disser que está tudo bem, provavelmente ele irá acreditar e ficará espantado no momento em que a verdade aparecer. Na percepção feminina, o relacionamento ideal, com uma sintonia absoluta, estaria pautado na troca de olhares e na observação da linguagem corporal, sem necessidade de palavras. Mas, para manter e fazer prosperar uma relação, é necessário muito mais, é preciso empreender esforços para evitar desentendimentos, frustrações e discussões. O caminho é a transparência e objetividade na comunicação. Ansiedade e insegurança na hora de expor os desejos só trarão frustrações. Se as reais expectativas não forem verbalizadas, nunca irão se concretizar. Bruna K., universitária, 24 anos, há seis meses fez o seu cadastro como Sugar Baby no site de relacionamentos Meu Patrocínio depois de uma grande decepção com o ex-namorado. Quando questionada por ele sobre o que gostaria de presente de aniversário, respondeu “nada”. O que ganhou? Nada, exatamente como pediu. “Ele deveria ter percebido que eu esperava que ele procurasse um presente legal, algo que partisse dele e que tivesse a ver comigo. Aprendi a lição, agora digo exatamente o que quero”, comenta. No relacionamento sugar, homens bem-sucedidos e economicamente poderosos – os Sugar Daddies – unem-se a mulheres mais jovens e atraentes para uma relação verdadeira e transparente, com propósitos alinhados desde o início, ou seja, uma convivência alicerçada em uma comunicação clara, sem joguinhos do tipo “adivinhe o que estou pensando e satisfaça a minha vontade”. A comunicação é essencial nos relacionamentos e deve ser considerada uma aliada para alcançar os objetivos e transformar a relação em algo mais saudável e duradouro. Através dela é possível expressar verdadeiramente sentimentos e pensamentos. Se for eficaz, transparente e direta impedirá a criação de fantasias e expectativas que jamais serão atendidas. (Noticías ao Minuto)



Psiquiatra famoso admite que possessão demoníaca é “algo real”


Psiquiatra famoso admite que possessão demoníaca é “algo real”

O psiquiatra americano Richard Gallagher, membro da Junta Americana de Psiquiatria e Neurologia e professor na Columbia University é um profissional renomado em sua área. Ele estuda relatos de possessão demoníaca há 25 anos e descobriu que, de fato, elas são reais. Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, explicou que lida com essa questão “de um ponto de vista puramente científico”. Acostumado a tratar com doenças mentais, sempre fica intrigado quando é “outra coisa”. “Há muitos outros psiquiatras e profissionais de saúde mental que fazem o que eu faço e que parecem ter medo de admitir [que a possessão existe]”, explica ele. “Como tive muitas experiências, estou disposto a falar, pois sinto essa obrigação”. Gallagher explica que é católico praticante e, quando um padre o procurou cerca de 25 anos atrás para que ajudasse a determinar se uma mulher que alegava estar sendo atacada por “forças invisíveis” realmente sofria de alguma doença mental. O psiquiatra examinou a mulher e encontrou hematomas que apareceriam espontaneamente. “Aquilo não poderia ser explicado com base em qualquer patologia médica ou psiquiátrica”, disse ele. “Ela estava completamente lúcida, nunca tinha visto um caso daquele antes.” Depois de uma longa entrevista, concluiu que ela, de fato, estava sendo atacada por um espírito maligno.

“Estava cético, mas o comportamento da mulher que se dizia bruxa superou tudo o que podia explicar com minha formação. Ela podia dar-se conta dos segredos de algumas pessoas, sabia como tinham morrido indivíduos que nunca conheceu, incluindo a minha mãe e seu caso mortal de câncer de ovário”, lembra Gallagher. Além disso, seis pessoas lhe asseguraram que durante os exorcismos realizados a esta mulher, escutaram-na falar vários idiomas incluindo o latim, que era totalmente desconhecido para ela. “Esta não era uma psicose; só consigo descrever como uma capacidade paranormal. Cheguei à conclusão de que estava possuída”, expressou. Desde então ele passou a ver a questão da possessão de um modo diferente. Alguns casos tratados por ele, posteriormente entregues a um padre, incluem pessoas que demonstravam “uma força enorme ou inclusive o estranho fenômeno de levitação. Alguns possuíam ‘conhecimento oculto’ de todo tipo de coisas, como a forma em que parentes queridos de estranhos morreram, ou situações específicas de seu passado. Estas são habilidades que não se podem explicar, exceto pela capacidade psíquica ou sobrenatural”. Na Igreja Católica, o exorcismo só pode ser realizado por um sacerdote capacitado e com a permissão da alta hierarquia. Para os evangélicos, a libertação é relativamente comum, sobretudo nas igrejas “renovadas” e “pentecostais”. (Via Gospel Prime / Jarbas Aragão)