“Mais do que um caso de polícia é um caso de saúde”; esclarece professor sobre suposta ameaça a alunos na UFRB de S. A. de Jesus


"Mais do que um caso de polícia é um caso de saúde"; esclarece professor sobre suposta ameaça a alunos na UFRB de S. A. de Jesus

Alunos do quinto semestre do curso de medicina da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo) procuraram a imprensa após se sentirem ameaçados por uma postagem feita por um de seus colegas em um grupo de WhatsApp. Segundo informações de alunos da universidade, um colega que teve a identidade preservada, teria colocado um desconfiado vídeo clipe de uma banda que faz apologia ao Massacre de Columbine (foi um massacre escolar que ocorreu em 20 de abril de 1999, na Columbine High School, uma área não incorporada de Jefferson Cou’nty, no Colorado, Estados Unidos. Além do tiroteio, o ataque complexo e altamente planejado envolveu o uso de bombas para afastar os bombeiros, tanques de propano convertidos em bombas colocados na lanchonete, 99 dispositivos explosivos, e carros-bomba. Os autores do crime, os alunos seniores Eric Harris e Dylan Klebold, mataram 12 alunos e um professor).

Reitor: Procurado pela reportagem da Recôncavo FM, o professor e reitor da UFRB, Silvio Luiz de Oliveira Soglia, examina de forma criteriosa o conjecturado ultimato, “esse termo ameaça, pode ser questionado de várias formas, o que houve foi uma postagem em um grupo especifico de alunos onde eles entenderam como algo ameaçador, isso eu confirmo”, declara. Silvio ainda revela que tratou o caso de imediato entrando em contato com a família do aluno e com ele, que disse não reconhecer essa atitude como uma ameaça. “Portanto mais do que um caso de polícia, é um caso de saúde do indivíduo e da turma, pois se sentiram muito apreensivos, mas em uma reunião eu conseguir tranquiliza-los mostrando que a instituição tomaria todas as providências para que isso não tivesse uma consequência maior do que já teve” releva o reitor. Ainda tratando o caso no âmbito psicológico, o professor afirma que o centro de psicologia se colocou à disposição da turma para qualquer um que deseje acessar esse serviço. “ No caso do aluno que fez a publicação é outra coisa, pois precisava do aval e a permissão da família dele, e isso já acorreu e ele já estar sendo tratado”, concluiu.

Redação: Voz da Bahia / Reportagem: Recôncavo FM